Autor

Eu, Altemar Pontes — Escritor Pernambucano

Sou Altemar Pontes, escritor pernambucano. Transformo memória, história e emoção em romances sobre o Brasil profundo. Com a escrita, busco compreender o que resiste ao tempo: a fé, a identidade e a força humana diante das ausências. Nasci em Goiana-PE e caminho, desde cedo, entre o real e o simbólico. Por isso, cada narrativa permite que o passado dialogue com o presente. Minhas histórias partem do Recife e, ao se abrirem para o mundo, unem tempo, emoção e pertencimento. Por consequência, cada livro nasce como uma extensão de mim: um modo de transformar silêncio em voz e lembrança em abrigo.

Minha trajetória

Minha relação com a literatura começou cedo e, por isso, tornou-se parte inseparável da minha história. Tive uma infância marcada pela poliomielite, pelas limitações físicas e pela solidão — e encontrei na palavra um refúgio possível. Ainda menino, escrevia cartas para amigos imaginários e, desse modo, inventava companhia onde faltava presença. Esses primeiros escritos foram essenciais para que eu permanecesse inteiro diante das adversidades. Com o tempo, a escrita deixou de ser apenas abrigo e se tornou também uma forma de ler o mundo, compreender suas feridas e recriar seus silêncios.

Cresci entre Goiana e Recife e, ainda assim, sempre carreguei comigo o olhar atento para as histórias de gente comum. Histórias de afetos, perdas, memórias e sobrevivências. Assim, descobri que a literatura poderia ser ponte entre aquilo que vivi e aquilo que ainda não sei nomear. Escrever passou a ser meu modo de organizar o mundo — e de permanecer nele.

Minhas obras e temas

Cada livro que escrevo nasce da necessidade de investigar o que permanece guardado na memória coletiva. Por essa razão, meus romances percorrem temas como infância, família, perdas, trauma histórico e desigualdade. Além disso, exploram o encontro entre o indivíduo e o tempo, revelando como as histórias pessoais dialogam com o lugar onde vivemos. Caminho sempre entre o visível e o não dito, entre o que se lembra e o que se tenta esquecer.

1975: Recife Afundou em Silêncio

Um dos principais trabalhos é o romance “1975: Recife Afundou em Silêncio”. Nessa obra, o autor aborda a cheia histórica de 1975 e seus impactos na memória coletiva da cidade. A obra tem gerado ampla repercussão na mídia. Como resultado, entrevistas e matérias foram publicadas em veículos relevantes como se pode acompanhar nos links abaixo.

Meu processo criativo?

Meu processo criativo nasce da observação e da escuta. Caminho pelas cidades, visito arquivos, coleciono cadernos e anoto frases que encontro ou escuto por acaso. Além disso, revisito espaços afetivos que me atravessam desde a infância. Por fim, costuro lembranças, documentos, imagens e sensações até que uma narrativa se revele. Para mim, o romance não é apenas um gênero literário — é um modo de compreender o mundo e devolvê-lo ao leitor com novos sentidos.

Repercussão de encontros e mídia

Tenho vivido a alegria de ver meu trabalho alcançar leitores em diferentes lugares. Participo de entrevistas, encontros literários, clubes de leitura e conversas sobre memória, cidade e afetos. Além disso, minha obra tem recebido destaque em jornais, podcasts e espaços culturais, o que amplia o diálogo que mantenho com quem me lê. Assim, cada encontro reafirma algo que acredito profundamente: a literatura só existe porque encontra o outro.

REVISTA CONTINENTE

Uma tragédia no Recife

HELIO, Mário. Uma tragédia no Recife. Revista Continente, Recife, 10 jul. 2025.

BOM DIA PERNAMBUCO

Entrevista sobre o lançamento do romance 1975: Recife Afundou em Silêncio.

FRANCO, Diogo. Entrevista sobre o lançamento do romance 1975: Recife Afundou em Silêncio. REDE GLOGO, Recife, 17 jul. 2025.

JORNAL DO COMMÉRCIO

Escritor transforma a cheia de 1975 em romance e provoca debate sobre memória coletiva do Recife

GUARDA, Adriana. Escritor transforma a cheia de 1975 em romance e provoca debate sobre memória coletiva do Recife. Jornal do Commercio, Recife, 20 jul. 2025.

DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Boato de Tapacurá completa 50 anos e reverbera na literatura do Recife

LUCENA, Adelmo. Boato de Tapacurá completa 50 anos e reverbera na literatura do Recife. Diário de Pernambuco, Recife, 19 jul. 2025.

RÁDIO FOLHA DE PERNAMBUCO

ENTREVISTA | ALTEMAR PONTES – ESCRITOR

BREDA, Patrícia. ENTREVISTA | ALTEMAR PONTES – ESCRITOR. Rádio Folha de Pernambuco, Recife, 23 jul. 2025.

FOLHA DE PERNAMBUCO

Tragédia vivida pelos recifenses em 1975 é tema de romance

BREDA, Patrícia. Tragédia vivida pelos recifenses em 1975 é tema de romance. Folha de Pernambuco – Rádio Folha FM, Recife, 23 jul. 2025.

JORNAL DO COMMÉRCIO

Força da enchente de 1975 no Recife

ALBERTO, João. Força da enchente de 1975 no Recife. Jornal do Commercio – Social1, Recife, 25 jul. 2025.

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